24.03.09

 

Versão alargada da peça “Ser Português” de Alexandre Matoso, difundida na cerimónia de encerramento do Inov Contacto (edição 2008/2009) na Associação Comercial de Lisboa no passado dia 20 de Março.

 

Depois, do que é ser português para a imagem cristalizada de Portugal. Testemunhos de Artur Gil, Alexandre Matoso, Filipe Carrera, Hernâni Gomes, Pedro Matos, Custódio Portásio, Inês Magalhães, Lígia Fernandes, Isabelle Fahd, Rita Duarte, José Menezes, Rui Ah Lima, Sara Pimpão e Bryan Rentes.

 

Proust afirmou, ‘Uma obra de arte que contém teorias é como um artigo sem etiqueta de preço". Benvindos à Décima Segunda Província.

 

 

### OUVIR O amor inventou o desenho 

 

 

(Quadro: Mnemosyne - A Mãe das Musas, de Lord Frederick Leighton)

sinto-me: Apresentativo
publicado por Alex às 13:34

17.03.09

 

“Saber estar e romper a tempo, correr os riscos da adesão e da renúncia, pôr a sinceridade das posições acima dos jogos pessoais”. Política que valia a pena segundo Sá Carneiro. E é a vida, política na sua totalidade? Outra longa conversa. Por aqui ficamos pelos 28 minutos. E esta semana?

Segunda parte da entrevista a Alexandre Matoso com a intervenção corajosa de Ana Ribeiro do programa Station to Station: um poema de Bruno Dias declamado, o período em Esmoriz e Luxemburgo em trabalho para a Aerosoles, a hospitalidade irlandesa (com uma interpretação da música Seven Drunken Nights à mistura), trabalhar com alemães, Portugal em Luxemburgo, choque cultural, o Inov Contacto, projectos futuros e o pedaço de Portugal que leva com ele. Tudo isto n' A Décima Segunda Província e desta vez acompanhados com o repertório internacional da Sociedade Musical União Paredense: Big Band Stomp (Arr. M. Maria Baltazar) e The Best of Abba.

 

 

### OUVIR A vida não é nenhum parque de póneis

  

 

*traduzido livremente de Markus Altmeyer “Das Leben ist kein Ponyhof”      

sinto-me: Focado
música: Sociedade Musical União Paredense
publicado por Alex às 15:57

09.03.09

O artista criador deixa atrás de si uma figura, uma imagem sua, susceptível de ser retocada até ao último minuto, mas que a morte fixa para sempre.” Não cheguemos à morte, cheguemos até que outra pessoa lhe ponha um microfone à frente. E se for a própria pessoa? Eis o verdadeiro mito germânico de Migdar. Pegando na emissão especial da Décima Segunda Província no Aniversário da Rádio Zero, retomamos a entrevista a Alexandre Matoso com a intervenção corajosa de Ana Ribeiro do programa Station to Station. Um cocktail pirotécnico: música irlandesa  a cappella, duas preciosidades da SMUP (não sabem o que é? Eu repito: Sociedade Musical União Paredense) e ainda um excerto de uma biografia de Winston Churchill.

“O homem é uma realidade dividida”. Esta é a primeira parte.

 

 

 ### OUVIR Este reino é o da verdade

 

  

(Músicas: Excerto de Cumparsita (Tango – Matos Rodrigues / Fortunato Sousa), Nerva (P. Doble – Manuel Rojas) e Paulinho (Marcha – Simões Ribeiro), gravadas em 1998 pela Banda da Sociedade Musical União Paredense sob a direcção do Maestro Joaquim Alferes. Citações: Eduardo Lourenço do livro Heterodoxia I)                              

sinto-me: Filarmónico
música: Sociedade Musical União Paredense
publicado por Alex às 17:02

03.03.09

 

Já provaram fish 'n' chips? Experimentem. Com uma Pint de Guinness. Depois de uma longa noite, não há nada mais apaziguador...A não ser que...Estejam ao mesmo tempo a entrevistar a Rita Duarte! Ao mesmo tempo que passa um jogo de futebol da Premier League! Num Pub Irlandês à frente do Parlamento Europeu! Em Bruxelas!

 

 

### OUVIR O que cura um mata outro 

 

                            

Com 25 anos, Rita Duarte, lisboeta, Iscteriana assumida, esteve em Sócrates na Austrália, depois em Macau, em Hong Kong também, e trabalha neste momento em Bruxelas num Hotel seguindo uma vocação adquirida em viagem.

 

Walk the talk? Neste caso é talk the walk. Não percam esta voz.

Já agora, o Liverpool sempre ganhou ao Chelsea, 2-0.

 

(foto tirada por Rita Duarte na Austrália)

sinto-me: A rock 'n' rollar
música: Teardrop, Massive Attack
publicado por Alex às 12:14

A 12ª Província é um local. Tem a geografia da distância, do caminho, da saudade. Tem um tempo próprio na fronteira de cada pessoa. Não tem voz: tem ouvido. É o testemunho. De um povo andarilho espalhado pelo mundo: os portugueses.

A 12ª Província foi um programa de Alexandre Matoso.
Passou na Rádio Zero todas as Terças-Feiras às 20:30 entre Outubro de 2008 e Novembro de 2011.

Para qualquer informação: matoso.a@gmail.com

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